Dizem que o ano só começa após o Carnaval. Então é hora de trabalhar. E o setor turístico já enfrenta vários desafios. Tivemos anos de pandemia e no ano passado a grande enchente que trouxeram inúmeras dificuldades. Este ano o desafio é outro. Reinventar o turismo para atrair os visitantes. Mas muitas coisas precisam ser repensadas. Há falta de mão de obra em várias funções, pois muitos preferem trabalhar como autônomos, pois os salários são baixos. Os preços praticados pelo comércio são altos, principalmente por conta dos valores dos aluguéis. Sem falar nos impostos. É um grande desafio empreender na região. Muitas empresas fecharam nos últimos meses por todas essas dificuldades acima. Salário baixo espanta o trabalhador e preço alto espanta o visitante. E os problemas não são somente locais. Em nível nacional a economia também não é das melhores. Turistas de alto poder aquisitivo preferem destinos no Exterior do que por aqui, também em função dos valores e do custo-benefício. O aeroporto de Porto Alegre ainda não está operando em plena capacidade e os preços das passagens aéreas também subiram. Essa será uma das retomadas mais difíceis dos últimos anos para o turismo. Então empresários vão precisar ter muita criatividade e esforço para lidar com todas essas situações, não só em nível local, mas nacional. Já tivemos um bom movimento de visitantes no feriado de Carnaval o que é um alento. Logo em seguida vem um feriadão de Páscoa e Tiradentes. E mais adiante os eventos de inverno. Poder Público e iniciativa privada precisam trabalhar em conjunto para o bem da economia da região. Com eventos os visitantes vem, mas precisam ser bem atendidos com boas atrações e melhores valores. Esses são os desafios da retomada.
Mitos e Lendas mundiais
(Celebrando mistérios…) “Nada mais universal que o folclórico; nada mais regional que o folclórico. São universais os elementos, são regionais as combinações…” (Carlos Vega – Folclorista Argentino). O Folclore, como sabemos, é o estudo da cultura popular. São brincadeiras, danças, festas, comidas típicas e demais costumes, entre eles, os mitos e as lendas. Tudo, transmitido de geração em geração. Fatos curiosos Objetos mágicos Muitos objetos naturais e artificiais, têm sido considerados mágicos por diferentes culturas em várias épocas. Às vezes a reverência é baseada no simbolismo: as oito pétalas da Flor de Lótus, por exemplo, representam os oito pontos cardeais do pensamento budista. Objetos podem ter poderes sagrados. Por exemplo: na Bíblia, Deus mata um homem chamado Uzá, que tocou a Arca da Aliança com mãos impuras. Alguns objetos dão sorte, como o pé de coelho e o trevo de quatro folhas. Outros trazem azar, como um espelho quebrado. Cedro do Líbano: A madeira desses cedros era considerada sagrada. Salomão usou-a no seu templo e os faraós, em seus sarcófagos. Velas: A vela é uma fonte de luz e simboliza a iluminação espiritual. No judaísmo, uma vela é acesa toda noite durante o Chanuca, a Festa das Luzes. Na Suécia, as meninas usam coroas de velas na Festa de Santa Luzia. No Japão, velas e lanternas de papel são usadas no Festival Bom para receber os espíritos dos ancestrais e depois apressar sua partida. Árvores: O conceito da árvore da vida está presente em muitas culturas. Ela aparece na Bíblia ao lado da árvore do conhecimento do bem e do mal. Na mitologia dos aborígenes australianos, a árvore do mundo sustenta o céu enquanto as estrelas repousam em seus galhos. Na China, o pessegueiro gigante; no Oriente Médio, o cedro da imortalidade. A clava de Hércules, era supostamente de carvalho; a Oliveira era dedicada a Atena; as sementes da figueira (sob a qual Buda alcançou a iluminação) são usadas como contas de oração pelos budistas. Em “Mitos, Lendas e Folclore” (Enciclopédia do Saber – Seleções do Reader’s Digest), há muitos outros exemplos desses usos e costumes universais e tão comuns ao Rio Grande do Sul… a nossa terra! Da sapiência dos almanaques: Num tempo não tão distante, o respeito e a obediência aos pais eram os valores mais sagrados.