(Celebrando mistérios…)
“Nada mais universal que o folclórico; nada mais regional que o folclórico. São universais os elementos, são regionais as combinações…” (Carlos Vega – Folclorista Argentino).
O Folclore, como sabemos, é o estudo da cultura popular. São brincadeiras, danças, festas, comidas típicas e demais costumes, entre eles, os mitos e as lendas. Tudo, transmitido de geração em geração.
Fatos curiosos
Objetos mágicos
Muitos objetos naturais e artificiais, têm sido considerados mágicos por diferentes culturas em várias épocas.
Às vezes a reverência é baseada no simbolismo: as oito pétalas da Flor de Lótus, por exemplo, representam os oito pontos cardeais do pensamento budista.
Objetos podem ter poderes sagrados. Por exemplo: na Bíblia, Deus mata um homem chamado Uzá, que tocou a Arca da Aliança com mãos impuras.
Alguns objetos dão sorte, como o pé de coelho e o trevo de quatro folhas. Outros trazem azar, como um espelho quebrado.
Cedro do Líbano:
A madeira desses cedros era considerada sagrada. Salomão usou-a no seu templo e os faraós, em seus sarcófagos.
Velas:
A vela é uma fonte de luz e simboliza a iluminação espiritual.
No judaísmo, uma vela é acesa toda noite durante o Chanuca, a Festa das Luzes. Na Suécia, as meninas usam coroas de velas na Festa de Santa Luzia. No Japão, velas e lanternas de papel são usadas no Festival Bom para receber os espíritos dos ancestrais e depois apressar sua partida.
Árvores:
O conceito da árvore da vida está presente em muitas culturas. Ela aparece na Bíblia ao lado da árvore do conhecimento do bem e do mal.
Na mitologia dos aborígenes australianos, a árvore do mundo sustenta o céu enquanto as estrelas repousam em seus galhos.
Na China, o pessegueiro gigante; no Oriente Médio, o cedro da imortalidade. A clava de Hércules, era supostamente de carvalho; a Oliveira era dedicada a Atena; as sementes da figueira (sob a qual Buda alcançou a iluminação) são usadas como contas de oração pelos budistas.
Em “Mitos, Lendas e Folclore” (Enciclopédia do Saber – Seleções do Reader’s Digest), há muitos outros exemplos desses usos e costumes universais e tão comuns ao Rio Grande do Sul… a nossa terra!
Da sapiência dos almanaques: Num tempo não tão distante, o respeito e a obediência aos pais eram os valores mais sagrados.